domingo, 13 de setembro de 2009

MEGA TOBOGÃ

Em agosto deste ano, um vídeo bombou na web e já passa de 3 milhões de visualizações. Muitas pessoas passaram a se questionar: Isso é loucura dessas pessoas, uma pura montagem (mentira) ou eles foram geniais o suficiente para conseguir fazer isso sem qualquer perigo? Ou seria simplesmente Marketing Viral?
Pois bem. Muitos blogueiros publicaram o vídeo sem saber a resposta. E não somos nós que vamos esclarecer tudo. Temos alguns argumentos para defender uma tese, mas eles não são soberanos.
O fato é que o vídeo diz tratar-se de um experimento de um alemão chamado Bruno Kammerl. Ele teria montado o maior tobogã do mundo e batizado de Megawoosh.
No vídeo, ele próprio escorrega em um imenso tobogã, voa pelos ares por 35.2 metros de distância e cai em uma piscina. Impossível? Alguns dizem que bastava fazer testes com um boneco com o mesmo peso e tudo estaria certo, mas eu, particularmente, não acredito muito nisso.
Veja o vídeo abaixo e tire suas conclusões.

video

Não acredito que seja real, principalmente porque algumas pistas denunciam que este é nada mais nada menos que um belo exemplar de marketing viral. Se você não sabe bem o que é isso, eu explico.
Marketing Viral é uma estratégia adotada para divulgar um produto ou marca de forma que ela se propague naturalmente e alcance o maior número de pessoas por um custo bem menor do que se fosse anunciado.
O burburinho causado, põe a marca na mente das pessoas sem sequer elas perceberem. E ainda sem incomodar, como acontece com a publicidade / propaganda em alguns casos. Além de tudo isso, é utilizada uma linguagem de vídeo amador, para fazer com que o vídeo seja mais acreditado e não pareça ter recursos o suficiente para ter sido manipulado.
Pois bem. Não sei se você percebeu, mas no fim do vídeo aparece o endereço www.megawoosh.com. Ele te leva a uma página que mostra o projeto que seria patrocinado pelo Microsoft Office. E mais: no making off, é revelado que os cálculos para a concretização da ‘brincadeira’ foram feitos utilizando programas da suíte da Microsoft.
Existe forma melhor de mostrar que seu produto é bastante eficiente e pode te ajudar a fazer coisas consideradas impossíveis? Pois foi isso que pensou a agencia MRM Worldwide, contratada para tal.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O "quack" do pato...

Especialmente para os meus alunos do extensivo em Poços de Caldas...

Cientistas da Universidade de Salford em Manchester - UK ( Inglaterra) põe por terra o mito secular de que o grasnido de um pato não faz eco e apresentaram sua experiência na "British Association Festival of Science" e foi divulgada e transmitida pela BBC iNews para toda a Europa.Colocaram o nosso astro penoso em varias salas reverberantes e o melhor resultado foi conseguido na Catedral de Manchester onde gravaram o inédito "eco" do som de um pato. Os metódicos cientistas ingleses colocam a disposição dos interessados para download o vídeo com a experiência e o som dos resultados em MP3 e wav.
Claro que a "turma do contra" estava de plantão e contesta a experiência. A polêmica foi criada pelo fato de que o pato ser, na verdade, uma pata de nome Dayse (referência à personagem Margarida de Walt Disney que é a namorada do Pato Donald) o que invalida a experiência que devera ser refeita com um animal do sexo masculino.
Se você tem dúvidas quanto à veracidade dessa experiência tão importante para a comunidade cientifica do áudio mundial saiba que essa foi uma das mais brilhantes estratégias de marketing feitas por uma universidade nos últimos anos e que a University of Salford voltou a ser uma das mais conhecidas (ou comentada) escolas de Áudio e Vídeo da Europa.
Confira detalhes da experiência:
- Universidade de Salford - Baixe os sons e o vídeo.
Muito legal
http://www.acoustics.salford.ac.uk/acoustics_world/duck/duck.htm
- BBC de Londres - Inglaterra
http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/3086890.stm

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Buracos de minhoca

Segundo os físicos, um buraco de minhoca é tão parecido com um buraco negro que seria impossível distinguir um do outro. Ambos afetam a matéria à sua volta da mesma maneira, já que os dois distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor da mesma forma.

O que poderia distinguir os dois seria a radiação de Hawking, uma emissão de partículas e luz que somente se originaria nos buracos negros. Mas essa radiação, com seu espectro de energia característico, é tão fraca que seria completamente tragada por outros fontes de energia - até mesmo pela radiação de fundo, um "brilho" de microondas deixado por todo o espaço pelo Big Bang.

Outra diferença seria que o buraco de minhoca não possui horizonte de eventos, a fronteira além da qual nada consegue escapar de um buraco negro. Isto significa que algo poderia entrar no buraco de minhoca e sair novamente, o que não é possível nos buracos negros. Os teóricos afirmam que existem até mesmo buracos de minhoca em circuito fechado, cuja saída coincide com sua própria entrada, não levando a outros universos.

O problema é que, dependendo de seu formato, percorrer um buraco de minhoca inteiro pode levar bilhões de anos. Ou seja, algum objeto que tenha entrado em um desses logo depois do Big Bang pode não ter tido tempo ainda para sair.

Buracos de minhoca tão grandes certamente causam grande frustração a todos os amantes da ficção científica, onde as viagens espaciais são feitas em horas e não em bilhões de anos. Mas há uma esperança.

Se um buraco de minhoca microscópico pudesse ser encontrado ou até mesmo construído, seria possível atravessá-lo em segundos. Como ele não possui horizonte de eventos, uma nave espacial poderia utilizar seu combustível para sair do outro lado e explorar o novo universo. E poderia voltar rapidamente para contar o que encontrou.

Novo Estado da Matéria

Cientistas alemães especializados em lasers criaram um estado de matéria completamente novo, transformando alumínio em algo "que ninguém jamais viu", um exótico material transparente à radiação ultravioleta.
De acordo com o professor Justin Wark, do departamento de física da Universidade de Oxford, a descoberta é "quase tão surpreendente quanto descobrir que é possível transformar chumbo em ouro com a luz!". Eles alcançaram este milagre ao derrubar "um elétron-chave de cada átomo do alumínio", mas sem desfazer a estrutura metálica com o bombardeio a laser.
Wark afirma que isso os ajudará a raciocinar sobre a criação de estrelas em miniatura com implosões de laser de alto poder, algo que "poderá um dia permitir a exploração do poder da fusão nuclear aqui na Terra". Ou destruir a todos nós.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Caricaturas



terça-feira, 14 de julho de 2009

As cores da lua.

O espetáculo da lua cheia nascendo, e depois se elevando no céu, encanta a nossa sensibilidade!
Além de a lua cheia nascente nos parecer muito maior do que quando se encontra alta no céu, a sua cor se modifica durante a ascensão.
A Lua reflete a luz branca proveniente do Sol. Embora nosso satélite pareça muito brilhante, reflete apenas 6,7% da luz que recebe do Sol , estando entre os objetos de menor refletividade do sistema solar. As partes mais brilhantes de sua superfície são as regiões mais altas e com crateras, compostas de rochas ricas em cálcio e alumínio. As regiões mais escuras são zonas mais baixas, chamadas ‘mares’, compostas de rochas basálticas que refletem muito pouco a luz, daí sua cor acinzentada.
Quando vemos a lua cheia nascendo (ela nasce quando o Sol está se pondo), a luz por ela refletida deve percorrer um trajeto mais longo através da atmosfera do que quando, horas mais tarde, encontra-se elevada no céu. Desta forma, ao se apresentar próxima ao horizonte, a luz branca proveniente da Lua tem mais luz azulada subtraída por espalhamento; portanto a radiação transmitida através da atmosfera contém menos luz azulada no nascente da Lua do que quando ela está alta no céu. Assim, a luz que chega aos olhos de quem aprecia a lua cheia nascente, será amarelada por ter sido retirada da luz branca, por espalhamento, a luz azulada. Depois, enquanto a Lua se eleva, menos espalhamento do azul acontece, resultando em uma luz transmitida com menos perda de azul e, portanto, aproximando-se cada vez mais de ser branca.

Fonte: Física na Escola, v. 9, n. 2, 2008

domingo, 21 de junho de 2009

Superátomo é capaz de se transformar em elementos distintos!

Um grupo internacional de pesquisadores descobriu um aglomerado estável de átomos capaz de representar diferentes elementos da tabela periódica.

Chamado de 'superátomo magnético', a novidade, segundo os cientistas, poderá ser usada na criação de componentes eletrônicos moleculares para equipar a próxima geração de computadores, que seriam muito mais rápidos e com maior capacidade de armazenamento.

O aglomerado, composto por um átomo de vanádio e oito de césio, atua como um pequeno ímã capaz de simular um único átomo de manganês em força magnética, enquanto permite que elétrons de orientação de spin específicas sejam atraídos pela camada de átomos de césio.

O estudo, conduzido por Shiv Khanna, da Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, e colegas de outras instituições do país e da Índia, foi publicado no site da revista Nature Chemistry.

Por meio de uma série elaborada de estudos teóricos, o grupo examinou as propriedades eletrônicas e magnéticas de aglomerados contendo um átomo de vanádio envolto por múltiplos átomos de césio.

Os cientistas observaram que quando o aglomerado tinha oito átomos de césio ele adquiria uma estabilidade extra, devido a um estado eletrônico preenchido. Um átomo está em configuração estável quando sua camada mais exterior é dita preenchida. Consequentemente, quando um átomo se combina com outros, ele tende a perder ou ganhar elétrons de valência, de modo a adquirir uma configuração estável.

Segundo Khanna, o novo aglomerado tem um momento magnético (medida da intensidade da fonte magnética) de 5 magnetons de Bohr, que é mais do que o dobro do valor para um átomo de ferro em um ímã sólido do mesmo elemento.

Como o átomo de manganês tem um momento magnético semelhante e uma camada eletrônica fechada, os cientistas estimam que o novo aglomerado possa ser usado para simular um átomo de manganês.

"O césio é um bom condutor de eletricidade e o superátomo combina a vantagem da característica magnética com a facilidade de condução pela camada mais externa. Uma combinação como essa poderá levar a desenvolvimentos importantes na área de eletrônica molecular", disse Khanna.

As informações são da Agência Fapesp

Texto mandado por Bruno de Andrade Fernandes!!!

Valeu meu irmão.